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 As homenagens aos 200 anos do Museu Nacional (MN) já começam com a história da instituição sendo contada na festa brasileira mais popular: O Carnaval. O Museu e a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense têm suas histórias entrelaçadas, com destaque para a trajetória da patronesse da Escola, a Imperatriz Leopoldina que foi amante da ciência. Seus estudos preferidos eram nas áreas da Botânica, Mineralogia e Zoologia. Ao chegar ao Brasil, atuou como uma das grandes incentivadoras da criação do Museu Real, junto a seu Sogro, o Rei D. João VI.

Com o enredo “Uma Noite no Museu Nacional, a Imperatriz Leopoldinense embarca na história e promete uma viagem repleta de alegria e encanto através dos tesouros da história, da cultura e das ciências, que emolduram os corredores e as galerias do Museu Nacional. 

IMAGEM 2 MUSEU

 O MN é a mais antiga instituição científica do Brasil. Foi criado por D. João VI, em 6 de junho de 1818, e, inicialmente, estava sediado no Campo de Sant'Anna, com o objetivo de atender aos interesses de promoção do progresso cultural e econômico no país. Originalmente denominado de Museu Real, foi incorporado à Universidade do Brasil, em 1946. Atualmente, está integrado à estrutura acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e vinculado ao Ministério da Educação.

A formação do acervo do Museu se iniciou com a transferência de instrumentos, máquinas e gabinetes dispersos de outras instituições para sua sede, com a doação de objetos de arte e da Antiguidade pela família real, além de coleções existentes na Casa dos Pássaros, da coleção de mineralogia, conhecida como Coleção Werner, e de peças etnográficas provenientes das províncias do Brasil. Hoje, seu acervo cultural e científico o torna o maior museu de história natural e antropológica da América Latina.

A Seção de Memória e Arquivo (SEMEAR) é composta por um acervo que retrata o cotidiano do Museu no contexto político, econômico e social brasileiro e revela as relações com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras. São documentos que registram os primórdios do trabalho científico no Brasil e as alterações ocorridas no cenário internacional das ciências. Além disso, também guarda diversos arquivos privados e pessoais de cientistas e professores.

Um convênio com o Arquivo Nacional trouxe para o local uma nova abordagem técnica para o processamento da documentação – a Descrição Multinível Integrada (DMI) – assim como o uso de sistema informatizado – SIAN. Em breve, os dados referentes ao acervo estarão disponíveis na base Minerva da UFRJ.

Os 200 Anos do Museu Nacional, a serem comemorados em 2018, também devem ser festejados com uma série de atividades acadêmicas de acordo com suas atribuições de casa de ensino, pesquisa e cultura. Durante todo o mês de janeiro, a entrada é gratuita após às 16h. 

Conheça o Museu: http://www.museunacional.ufrj.br/dir/omuseu/omuseu.html

Saiba mais sobre o enredo do Carnaval 2018 da Imperatriz:
http://www.imperatrizleopoldinense.com.br/

 Clécia Oliveira

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