Festival 2

O Museu Nacional vai ser palco de uma das atrações da próxima edição do Festival Multiplicidade, que começa no dia 21/1. O evento vai contar com um show especial de Tom Zé e a exibição de uma obra de um dos artistas digitais mais importantes da atualidade, o japonês Daito Manabe. Tudo isso num vídeo-mapping na fachada do Museu, um dos maiores acervos de memória do Brasil e patrimônio da Humanidade.

O evento, que apoia a campanha de arrecadação para a reconstrução do Museu Nacional, será 100% digital e o público poderá acompanhar todas as performances do festival nos canais do YouTube do Festival Multiplicidade e do Oi Futuro.

Confira aqui a programação completa de atrações.

Festival Multiplicidade

Na melhor tradição dos mestres de banda, o trombonista Everson Moraes, servidor técnico-administrativo da Universidade e instrumentista da Orquestra Sinfônica da UFRJ, escreveu um dobrado, gênero típico das bandas de música, em homenagem ao centenário da instituição.

Solicitado pelo professor André Cardoso a escrever arranjos de obras de Ernesto Nazareth e Pixinguinha para o concerto que abriu as comemorações do centenário da UFRJ, em 7 de setembro, Everson compôs também um dobrado para homenagear a Universidade. Assim nasceu UFRJ 100 anos, que foi gravado pelos sopros e percussão da Orquestra Sinfônica da UFRJ com a regência do professor Marcelo Jardim.

Com a peça Everson insere o nome da UFRJ no repertório das tradicionais bandas de música. Com UFRJ 100 anos, a Orquestra Sinfônica da UFRJ homenageia a Universidade e seu corpo social e encerra sua temporada de 2020.

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