Veja como foram os dois primeiros dias da 78ª Reunião da SBPC com a participação da UFRJ
A 78ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência já começou em Niterói, no campus do Gragoatá. Os […]
A 78ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência já começou em Niterói, no campus do Gragoatá. Os dois primeiros dias da maior feira de ciência da América Latina foram marcados pela participação de estudantes das mais diferentes idades e graus de formação, que passearam pelos estandes da SBPC Jovem e da Expo T&C.
O Fórum de Ciência e Cultura (FCC) organizou os estandes da SBPC Jovem, levando o trabalho de laboratórios, museus e exposições artísticas e culturais para mostrar um pouco do que é produzido na UFRJ, sempre com uma linguagem clara e acessível. Já a Expo T&C foi organizada em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PR-5) e a Inova UFRJ, reunindo iniciativas que destacam a produção tecnológica da universidade, como experiências em realidade virtual, robótica e impressão 3D.
A coordenadora do Fórum, professora Christine Ruta, esteve presente no evento prestigiando os estandes da universidade e ressaltou a importância da feira: “Eles tornam a linguagem da universidade, que muitas vezes é complexa, mais lúdica e acessível e, dessa maneira, conseguimos nos aproximar desse público mais jovem, que precisa se encantar novamente pelo que a universidade faz”.
DIA 1
No primeiro dia, os estandes da UFRJ contaram com uma programação diversa, reunindo cultura e ciência. Entre as atividades, destacou-se a experiência Arte Rupestre e Realidade Virtual, que simula, por meio de óculos de realidade virtual, a visita a uma caverna com inscrições rupestres.
A Casa da Ciência, órgão do Fórum, levou atividades da exposição Florestas em Jogo, que convida o público a mergulhar na biodiversidade da Mata Atlântica por meio de experiências interativas e jogos educativos.
As atrações incluíram ainda o Laboratório de Anfíbios e Répteis, que apresentou espécies ao público, e o Laboratório de Chondrichthyes, dedicado ao estudo de tubarões, raias e quimeras, que também despertou o interesse das famílias. Foi o caso de Marta Gonçalves, professora de história de escola pública, que visitou o evento com a família: “A programação está muito legal, meu filho está gostando muito, as pessoas estão dando muitas informações interessantes”.
Os projetos educacionais Panã e Raja também estiveram presentes, ampliando o diálogo com o público jovem por meio de propostas educativas.
Outro destaque foi a exposição Memória, Corpo e Cultura Popular: Acervos Vivos da Companhia Folclórica do Rio-UFRJ, grupo apoiado pelo Programa de Apoio às Artes (PROART), da Superintendência de Difusão Cultural do FCC, que combinou exposição e performance.
DIA 2
No segundo dia, a programação seguiu ampliando a diversidade de áreas representadas pela universidade, com atividades que aproximaram o público de diferentes campos do conhecimento.
Entre as atrações estiveram o Museu Interativo de Física, do Instituto de Física, com experimentos científicos; o Elevador do Tempo Profundo, do Instituto de Geologia, com uma exposição imersiva; a atividade “Re-conhecendo a diversidade de peixes e suas interfaces com as culturas”, do CCS e do Instituto de Biologia, por meio do projeto de extensão Tem Peixe na Rede; a exposição “Por Dentro do Corpo”, do Museu de Anatomia; e a mostra “Museus e Coleções do CCS”, ambas organizadas pelo Sistema de Museus Acervos e Patrimônio da UFRJ (SIMAP), órgão do FCC.
A programação também contou com os projetos realizados no Laboratório Aberto de Inovação e Design da UFRJ, do Centro de Letras e Artes e da Escola de Belas Artes, além da apresentação do robô Zequinha, da COPPE/UFRJ, que levou inteligência artificial e robótica de forma interativa ao público.
O reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho, esteve na SBPC prestigiando as atividades e destacou a qualidade da produção apresentada: “As pessoas que passam por aqui ficam impressionadas com a qualidade técnica da UFRJ, que é fruto do trabalho dos professores, técnicos e estudantes que fazem da UFRJ essa potência”.
O pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, professor João Torres de Mello Neto, também ressaltou a forte conexão da universidade com a SBPC: “A UFRJ tem uma conexão muito forte com a SBPC. Tivemos dois presidentes que saíram do Instituto de Física da Universidade, o professor Ildeu Moreira e o professor Ennio Candotti”.



























